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Redes Sociais

Redes Sociais

Redes sociais são espaços de conexão. É onde pessoas e marcas se encontram, trocam ideias e constroem relacionamento no dia a dia. Cada plataforma tem seu próprio ritmo. Algumas são mais visuais, outras mais diretas e isso influencia completamente a forma como a comunicação acontece.

Nos últimos anos, esse cenário mudou rápido. O consumo ficou mais dinâmico, com conteúdos curtos, diretos e que prendem a atenção do usuário logo no início. As pessoas passaram a descobrir marcas de forma mais espontânea, muitas vezes enquanto rolam o feed. Isso transformou o comportamento do consumidor, que hoje valoriza mais autenticidade, agilidade e relevância do que produções engessadas.

Redes sociais começa pelas pessoas, não pelas campanhas

Durante muito tempo, manter redes sociais ativas parecia suficiente. Publicar. Repetir. Seguir em frente. Mas para uma plataforma de eventos com fornecedores, esse modelo criava um risco silencioso: comunicar sem conectar. Sem planejamento, cada post era uma ilha. Sem análise, cada campanha era uma aposta.

A mudança começou com uma decisão simples, mas poderosa: nada seria publicado sem ser aprovado antes. Cada peça, legenda e formato passou a ter uma etapa de visualização prévia: feed, stories e claro os desdobramentos criativos. Esse processo transformou a aprovação em algo mais do que uma checagem: virou o momento em que estratégia, identidade visual e calendário se encontravam antes de chegar ao público.

Com essa estrutura, as publicações deixaram de ser pensadas de forma isolada. Cada conteúdo passou a estar conectado a campanhas, datas, parceiros e momentos de interesse do consumidor. A comunicação ganhou coerência e a marca ganhou consistência.

Planejar, publicar e evoluir com dados

Cada editoria foi criada com uma função específica. Não se tratava apenas de variar os assuntos, mas de equilibrar diferentes objetivos dentro do perfil. Os conteúdos de branding aproximavam as pessoas da essência da empresa. Os conteúdos de autoridade ajudavam a demonstrar conhecimento e educar o público. Já os conteúdos de conversão apresentavam produtos, serviços ou oportunidades de maneira mais direcionada.

A partir dos dados e do comportamento dos usuários, começamos a considerar públicos diferentes: consumidores interessados na contratação de serviços e fornecedores com potencial para fazer parte da plataforma. A partir dessa leitura, os anúncios passaram a priorizar o reconhecimento da marca e o fortalecimento do ecossistema, em vez de focar apenas na geração de compras diretas.

Em um marketplace, gerar tráfego não é suficiente. Para que a estratégia funcione, é preciso existir equilíbrio entre quem procura pelo serviço e quem está preparado para oferecê-lo. Dessa maneira a cada curadoria de conteúdo, o alinhamento sempre era dedicado a impactar ambos perfis de clientes, além de trabalhar com temas de sazonalidade para gerar maior interesse em compras e em ser fornecedor.

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